Parques da Disney deverão ter prejuízo em 2021


De acordo com estudo financeiro, os parques voltarão aos níveis pré-pandemia em 2023

A pandemia da Covid-19 continuará a impactar a maior empresa de entretenimento do mundo em 2021. Um estudo divulgado recentemente pelo Deutsche Bank projeta que os parques temáticos da Disney ainda enfrentarão dificuldades nos próximos anos, após um declínio de quase US$ 10 bilhões em sua receita em 2020.


De acordo com o portal The OCR, ao mesmo tempo que o relatório prevê esse prejuízo para a Disney, o Deutsche Bank atualizou as ações da Disney, graças ao lançamento do serviço de streaming Disney +, o que teve uma valorização no mercado de capitais. "Neste ponto, estamos presumindo que o ano fiscal de 2021 será outro 'ano perdido'’’, diz o estudo.


Os parques da Disney na Flórida, Tóquio, Xangai e França foram reabertos após o fechamento prolongado do coronavírus. A Disneyland Hong Kong fechou novamente em meados de julho em meio a um aumento nos casos de COVID-19 na cidade, após ter sido reaberta por menos de um mês. Disneyland e Disney California Adventure permanecem fechadas indefinidamente devido à pandemia.

Segundo o estudo, a receita da divisão de Parques, Experiências e Produtos da Disney deve cair US$ 9,8 bilhões no ano fiscal de 2020. Essa receita não deve voltar aos níveis anteriores pré-pandemia até 2023.

‘’Projetamos uma melhora substancial no ano fiscal de 2022, mas com a receita ainda não totalmente de volta ao nível de 2019’’, diz o relatório. "Prevemos um retorno à potência total dos ganhos dos parques em 2023".


Já em 2025, de acordo com o Deutsche Bank, os parques temáticos da Disney terão uma recuperação significativa, com uma receita US$ 10 bilhões acima dos níveis pré-pandemia.


Porém, os analistas financeiros Deutsche Bank deixam claro que essa recuperação só será possível com uma vacina ou tratamento eficaz para Covid-19 amplamente disponível.

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